sábado, 23 de julho de 2011

DINAMARCA


Denmark on Fotopedia


Dinamarca

Capital: Copenhagen
Idioma: dinamarquês
Moeda: coroa dinamarquesa
Clima: continental úmido
Fuso horário (UTC): +1 (+2)



Pontos turísticos

LEGOLAND

À um quilômetro da cidade de Billund, esse parque temático de 10 hectares é construído com 42 milhões de peças de lego. Comvárias reconstruções miniaturizadas, a mais impressionante é a do Porto de Copenhagen com três milhões de peças, com barcos e trens controlados eletronicamente.

LINDHOM

Cidade do ano 100 d.C., soterrada pela areia, com cemitério intocado e campos prontos para serem semeados, de acordo como foi abandonado na época.

RIBE

Cidade mais antiga da Escandinávia, possuía um centro de comércio ativo já em 700d.C. Na época medieval, após incessantes batalhas com a Suécia, o declínio da cidade fez com que o tempo parasse. A catedral do século XIV é um dos exemplos. O Museu Ribes Vikinger possui um enorme material da época medieval e da época dos vikings.

Fonte: www.geomade.com.br



LOCAIS TURÍSTICOS DA DINAMARCA


Começaremos o percurso por Zelanda a ilha onde encontra-se a capital Copenhague. Depois visitaremos as ilhas vizinhas, Falster e Mon. Passaremos a explorar a Ilha de Bornholm, para continuar pela Península de Jutlândia. Depois vamos deslocarmos à Ilha de Fiona. Finalmente, viajaremos a Groenlândia, para terminar nossa viagem pelas Ilhas Feroe.

ZELANDA

Diz-se que a deusa Gefão separou Zelanda da Suécia e ficou no meio do mar. É a maior das ilhas da Dinamarca e nela encontra-se a capital.

COPENHAGUE

A viagem a Dinamarca leva-nos inevitavelmente, a Copenhague (em dinamarquês: Kobenhavn), que significa "Porto dos Mercadores". O nome faz homenagem a sua história, pois a cidade foi em outro tempo um dos principais núcleos comerciais do norte europeu. Convertida desde o século XV na capital do país, é a maior e mais vital cidade da Escandinávia. Foi fundada em 1167 pelo bispo Absalóm e conta com uma população que supera hoje, um milhão de habitantes.

Copenhague é principalmente, uma cidade de prédios baixos dispostos, em uma harmonia exemplar. Os campanários das igrejas acrescentam sua particular pincelada e, só uns poucos hotéis de moderna construção rompem a linha do céu. A cidade tem uma ativa vida noturna, a qual continua até primeiras horas da manhã e para os turistas oferece, também, um fascinante mundo de museus, castelos e velhas igrejas para explorar.

Embora seja uma grande cidade é bastante fácil deslocar-se em Copenhague. O centro é básicamente, pedestre e as ruas principais contam com circuitos de bicicletas para todos aqueles que preferem este saudável meio de transporte.

Para orientar-se e desfrutar de algumas das visitas obrigadas no centro da cidade pode-se dar um passeio de meio dia desde a Prefeitura (Radhus), construida no ano 1905 onde encontra-se o Relógio Mundial de Jens Olsen, um singular aparelho dotado de um mecanismo de relógio astronômico, cujo funcionamento é explicado por um guia na visita (pode-se visitar junto com a torre), até a famosa estátua A Pequena Sereia (Dem Lille Havfrue), uma pequena escultura de bronze de 1913, obra do escultor Edvard Eriksen, a contemplar o mar desde Langelinie.

O primeiro a ser admirado neste passeio é a fonte da Praça de Gammel Torv, a que fora o mercado central da velha cidade. Nela ainda vendem-se bijouterias, jóias, flores e frutas. Mais embaixo encontram-se alguns curiosos edifícios antigos, entre eles o Teatro Real, sede do Balé Real da Dinamarca e o Palácio de Charlottenborg, uma construção barroca holandesa do século XVII, onde está a Academia Real das Artes. No edifício também tem lugar exposições de arquitetura e arte contemporânea (aberto ao público). O mais pitoresco do percurso é o Canal de Nyhavm, utilizado antigamente, pelos comerciantes para levar as mercadorias até o coração da cidade, o qual foi também encontro favorito de navegantes e escritores tais como Hans Christian Andersen. Hoje, suas márgens estão bordeadas por uma linha de edifícios restaurados, com numerosos cafés a seus pés.

O Castelo de Amalienborg, é outro dos lugares que não deve perder. Os quatro palácios idênticos deste castelo construiram-se entre 1749 e 1760. Este lugar tem sido a residência real desde o século XVIII. No Palácio de Christian VIII pode-se admirar os salões privados de três gerações de reis da Dinamarca e ao meio dia, a mudança de guarda, quando a rainha encontra-se na residência.

No caminho para Churchillparken, encontramos o Frihedsmuseet, onde lembra-se a história da Resistência dinamarquesa à ocupação nazista. A entrada ao museu é livre. Passando a imensa Gefiom Fountaim e atravessando o parque atinge-se por fim a famosa Pequena Sereia, com um grande porto industrial por trás, coisa que pode desiludir aos admiradores. A poucos minutos e atravessando uma ponte de madeira, pode-se chegar até Kastellet, uma interessante construção do século XVII, e passando de novo uma segunda ponte atingir o Churchillparken.

No bairro latino de Copenhague, encontram-se numerosos cafés e lojas de livros de segunda mão. Uma nota curiosa é a catedral neo-clássica de Copenhague, Vor Frue Kirke, com seus altos tetos e colunas, parece mais um museu que uma catedral. Nela encontram-se os trabalhos mais aclamados de Bertel Thorvaldsen: as estátuas do Cristo e os Doze Apóstolos.

Também deve visitar a Torre Redonda, Rundetarn, feita por Christian IV, em 1642 como observatório astronômico. Um corredor em espiral de 209 metros sobe até o mirante. E, com certeza, o Castelo de Rosenborg Slot, também obra deste rei. No citado castelo, do estilo renascentista holandês, expõem-se os objetos pessoais de vários monarcas dinamarqueses, assim como, as jóias da coroa. A sala de porcelanas guarda coleções dos séculos XVII e XIX. O lugar está rodeado por um grande parque, aberto ao público, denominado o Parque do rei. Não longe dali pode fazer-se uma visita ao Jardim Botânico e o Palmehus, desfrutando assim, de um exótico passeio pelo interior de uma preciosa casa de cristal cheia de plantas tropicais.

Em uma pequena ilha, dentro de Copenhague (Slotsholmen), rodeada pelo porto e os canais a separá-la do centro da cidade, encontram-se alguns monumentos de especial interesse: o Palácio de Christianborg, construido em 1907-1928. Entre outras coisas aloja o parlamento dinamarquês, o Folketing, as Salas Representativas Reais e, sob a torre, no mesmo lugar, onde eleva-se este castelo, aventurando-se na história do país, pode-se explorar as Ruinas da Fortaleza de Absalon, restos de um forte feito pelo bispo Absalom em 1167; o Teatermuseet, de 1766, onde reflete-se a história do teatro dinamarquês desde o ano 1700 até nossos dias; o Museu Real de Carros com os cavalos reais, cocheira com carroças de gala e carros; o Museu de Trajes situado em um formoso edifício, que contém um variado conjunto do arsenal real: armas de mão, canhões, velhas armaduras, uniformes e bandeiras, desde aproximadamente, o ano 1400 até hoje; o Edifício da Bolsa construido pelo Rei Christian IV. Somente pode ser visto desde fora. A torre em forma de dragão enrolado é muito interessante; o Thorvaldsens Museum, onde expõem-se as estátuas do famoso escultor dinamarquês, Bertel Thorvaldsens, que foi fortemente influenciado pela mitologia greco-latina.



Alguns Museus

A Biblioteca Real é outro lugar curioso da cidade, data do século XVII e na frente possui formosos jardins. Muitos dos manuscritos originais do escritor Hans Christian Andersen encontram-se em seus arquivos.

O Nationalmuseet, contém coleções da Idade Antiga, a época dos Vikings, a Idade Média, o Renascimento e a Idade Moderna da Dinamarca, além de uma coleção etnográfica e a Coleção Real de moedas e Medalhas. Conta também com exposições temporais.

O Ny Carlsberg Gliptotek, contém coleções únicas egípcias, gregas e romanas, dos impressionistas franceses, escultura francesa e arte dinamarquês do século XIX.

O Statens Museum for Kunst, com pinturas e esculturas dinamarquesas além, de uma coleção representativa de pintura européia e obras gráficas assim como, desenhos originais dos últimos 600 anos. Também recomenda-se visitar o Museu Blixen, dedicado à baronesa Karem Blixen, famosa escritora conhecida sob o pseudônimo de Isak Dinesen. A criação deste museu tem sido possível a raiz do filme "Memórias da África". Outro museu de interesse é o de brinquedos de crianças de todos os tempos. O Hirschsprungske Samling, importante coleção da arte dinamarquesa, desde 1800 a 1910, inclue nos interiores móveis artísticos dinamarqueses. Aberto diariamente, todo o ano salvo terças-feiras.

Christianshavn

Christianshavn, estabelecida como centro comercial e militar em 1600, por Christian IV para a expansão da cidade de Copenhague e ainda rodeada de muralhas e cortada por canais, é hoje uma mistura de zona de comércios e modernos edifícios de apartamentos. A poucos minutos dali, encontra-se Vor Frelsers Kirke, do século XVII, onde pode-se admirar o órgão da igreja e o altar barroco. Assim como, uma vista panorâmica da cidade se é capaz de ascender até a alta torre.



OUTROS LUGARES TURÍSTICOS EM ZELANDA

Rungstedlund

O Museu de Karem Blixen encontra-se em Rungstedlund, na casa da escritora.

Roskilde

Desde a Idade Média os reis dinamarqueses são enterrados na Catedral de Roskilde, situada na cidade do mesmo nome, uma das mais importantes de Zelanda. Esta majestosa catedral foi fundada no século XII e ampliada durante os séculos seguintes. É considerada uma das mais belas catedrais góticas de tijolo do norte da Europa.

Também em Roskilde encontra-se o Vikingeskibshallen, pavilhão onde expõem-se cinco barcos vikings restaurados, os quais afundaram no Fiordo de Roskilde, por volta do ano 1000.

Hillerod

O Castelo de Frederiksborg, em Hillerod (Zelanda). Trata-se de uma construção renascentista, obra do Rei Christian IV de 1602-1620, contém atualmente, o Museu da História Nacional. No interior pode-se admirar uma curiosa galeria de retratos, móveis e arte industrial. Não longe dali encontra-se o Castelo de Fredensborg, a residência real em primavera e outono. Foi construido em 1722, com um marcado estilo italiano. O Castelo abre-se ao público, somente no mês de julho, mas o parque continua aberto, durante o ano todo.

Helsingör

Sem dúvida alguma resulta apaixonante uma visita ao cenário de uma das mais famosas obras teatrais de todos os tempos: o Castelo de Krongborg, construido entre 1574 e 1585, em estilo holandês renascentista, popularmente, conhecido por situar-se ali a obra Hamlet, de Shakespeare. Encontra-se no nordeste de Zelanda, em Helsingör, a 47 quilômetros de Copenhague. Está aberto todo o ano, mas as visitas guiadas realizam-se só no verão. O castelo é impressionante, rodeado por uma dupla muralha e fossas, debruça-se majestoso no estreito de Oresund. Devido à situação estratégica foi utilizado como fortaleza militar, transformado logo em amena residência ricamente decorada, deve ser reconstruido, após o incêndio de 1629. O elegante perfil das torres e o verde cinzento dos telhados de cobre fazem do Castelo de Kronborg, uma das obras mestras da arquitetura dinamarquesa. Entre as numerosas salas abertas ao público destacam as salas reais. São dignas de ver também a sala de cerimonias, a igreja e as defesas.

Humbaek

O Museu de Louisiana, está situado a 34 quilômetros só de Copenhague, no povo pesqueiro de Humbaek, é um dos mais interessantes museus de arte moderna dos paises nórdicos. Compreende uma importante coleção permanente de pinturas do século XX, tanto dinamarquesas quanto internacionais, além de uma interessante coleção de esculturas.

Fakse

Outro lugar curioso para visitar é Briggeri, em Fakse, ao sul de Zelanda, uma fábrica de cerveja. Além da visita pode-se experimentar os produtos.

Naestved

A antiga cidade de Naestved, é a cidade da esquadra de cavalaria Gardehusarerne, a qual desfila a cavalo toda quarta-feira pelas ruas da cidade.

Holme-Olstrup

Ao nordeste de Naetsved em Holme-Olstrup, encontra-se o País dos Bombões (Bom-Bom Land), aberto de maio a setembro. E ao sul o Castelo de Gavno, do estilo rococó.

Frederikssund

Em Frederikssund (Zelanda) encontra-se o Museu de JJ. Willumsens, com pinturas, desenhos e obras gráficas, escultura, olaria e fotografias deste artista.

Hejninge

Em Hejninge destaca-se o novo Museu Viking de Trelleborg, onde acham-se os restos de uma fortaleza da época dos vikings com casa e cercas vikings reconstruidas.

Ilha Faro

Na pequena Ilha Faro está o Museu de Carroças, dando a conhecer o desenvolvimento histórico do serviço de carroças dinamarquesas.



LUGARES TURÍSTICOS NAS ILHAS DE FALSTER E MON

Nykobing Falster

Do lado do Estreito de Guldborgsund encontra-se uma cidade de 700 anos chamada Nykobing Falster e no outro lado do estreito o Centro Medieval, onde pode-se ver grande quantidade de armas de artillharia feitas pelos artesãos medievais.

Mon

Em Mom tem uma zona de importante valor geológico, Mons Klint, a 8 quilômetros de costa com formações cretáceas.

ILHA DE BORNHOLM

Nesta pequena ilha, conhecida como a "Pérola do Báltico" encontra-se Hammershus, o castelo em ruinas maior da Dinamarca a 72 metros a cima do nível do mar.

A 82 metros sobre o Mar Báltico acha-se uma grande formação de granito denominada Hammeren. A igreja redonda maior e mais antiga da ilha chama-se Osterlars Rundkirke.

Para desfrutar de uma paisagem sem igual de vales formado, por fendas na rocha há que dirigir-se dentro de Bornholm às Colinas do Paraíso. Também merece ver-se a extensa zona de bosque de Almindingem, cuja paisagem rochosa converte-na em um lugar muito especial, assim como, o ponto mais alto da ilha, o Rytterknaegten, com 162 metros. Sem esquecermos do Museu da Arte de Bornholm, situado ao lado de As Rochas Santas, ao leste da ilha.

JUTLÂNDIA

A Península de Jutlândia, a única parte da Dinamarca ligada com terra européia foi originalmente, povoada pelos Jutes, uma tribo de origem germânica. A costa oeste da península está formada por intermináveis extensões de praias arenosas. A maioria das principais cidades, como Arhus e Aalborg, acham-se na costa leste. No norte predominam as dunas, enquanto que no sul abundam as zonas pantanosas. No interior encontram-se os bosques, granjas e pradarias de cores verdes brilhantes, na primavera e tons marrons no outono.

AALBORG

Em Aalborg, uma das principais cidades do território de Jutlândia, não estaria de mais fazer uma visita ao Museu Marítimo, onde descreve-se o desenvolvimento da navegação civil e militar da Dinamarca, e mudando de cenário, mas na mesma cidade encontra-se o zoológico maior de Escandinávia, com mais de mil animais de paises do mundo todo.

ARHUS

Se você quiser desfrutar de ar fresco enquanto aprende outras interessantes curiosidades da cidade, precisa chegar-se a Arhus, a segunda cidade da Dinamarca. Nela encontramos Dem Gamle By, um museu urbano ao ar livre, que oferece uma idéia da cultura urbana dinamarquesa. No interior acham-se os edifícios dos comerciantes, atelieres, lojas especiais, e coleções. Na mesma cidade há outro interessante museu Det Danske Brandvaernsmuseum, que aloja no interior carros de bombeiros e bombas de incêndios.



OUTROS LUGARES TURÍSTICOS DA JUTLÂNDIA

Se nos deslocarmos a Skagen, o Museu da cidade irá oferecer uma excepcional coleção dos pintores de Skagem, do período 1830-1930. Mas para o norte, encontra-se Grenen, uma ponta de areia digna ser vista, onde encontram-se os Estreitos de Kattegat e Skagenak.

Na cidade de Frederikshavm está situado outro interessante museu, o Bangsbomuseet, com barcos mercantes vikings do século XII, uma coleção de carros, interiores e, também, um departamento da luta pela liberdade 1940-45.

Na cidade de Kolding cabe destacar o Jardim Geográfico, com mais de 1.000 árvores e plantas do mundo todo e o Kunstmuseet Trapholt, com obras de arte e artesanato dos artistas dinamarqueses deste século. O museu está situado em uma formosa zona natural com vistas ao Fiordo de Kolding.

ILHA FIONA

Na viagem a Dinamarca é obrigatória a visita à Casa de Hans Christian Andersen na cidade de Odense, a qual é além de um museu, um verdadeiro passeio pela vida deste famoso autor de contos da Dinamarca.

Aeroskobing é a pérola das cidades dinamarquesas. Nela encontra-se o Flafeskibsmuseet que expõe além dos navios engarrafados, muitos outros modelos de barcos e figuras talhadas em madeira.

Também nesta zona ergue-se Egeskov Slot, o castelo construido sobre água melhor conservado da Europa.

O Castelo de Nyborg, é o mais antigo castelo real da Idade Média da Dinamarca e o único, que tem-se conservado. Também é possível admirar em um barco viking em Ladbyskibet, o túmulo de um chefe.

No norte da Ilha de Langeland encontra-se o Castelo de Tranekaet levantado no século XIII. Podemos contemplar as obras de alguns artistas fineses nos numerosos museus da zona, entre eles o Faaborg Museum e o Johannes Larsem museet, construido sobre a própria casa do pintor.

GROENLÂNDIA

A maior ilha do mundo converteu-se em parte da Dinamarca em 1953, com dois representantes no parlamento, aprovando-se em 1979 o auto-governo. A ilha encontra-se quase coberta o ano todo pelo gelo e a neve, só 15% do território desta ilha está livre de gelos perpétuos. A maioria dos groenlandeses vivem nas costas. Muito perto delas encontram-se grandes extensões virgens, onde pratica-se o alpinismo, a pesca ou a acampada, principalmente no verão quando a flora e fauna groenlandesa mostra todo seu esplendor. As cidades são pequenas e basta caminhar meia hora, para encontrar-se nos arredores, em plena natureza ártica.

ILHAS FEROE

Unidas politicamente a Dinamarca formam um arquipélago de 18 ilhas, algumas delas unidas por pontes situadas em pleno Atlântico Norte, entre Islândia e Escócia. Nas Ilhas Feroe moram umas 46.000 pessoas. Durante a Segunda Guerra Mundial enquanto Dinamarca encontrava-se sob a dominação nazista, foram ocupadas pela Grã- Bretanha. Em 1948 consiguiram a autonomia para assuntos locais e, em 1973 decidiram não integrar-se na Comunidade Européia.

Aos poucos estas formosas ilhas escondem-se atrás de um véu de névoa, mas quando dissipa-se as rochas mostram um inacreditável colorido. A visão dos escarpados rochedos e os montes no interior oferece uma experiência inesquecível. As ilhas Feroe são um paraíso, onde habitam milhares de curiosas aves marinhas: frerinhos, araos, plangas e muitas outras aves, que aninham nas paredees rochosas deste belo arquipélago.

Fonte: www.rumbo.com.br

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2 comentários:

LUCONI disse...

Preparei a minha malinha e fui, muito bom amiga, não conhecia nada da Dinamarca,lindas paisagens, mas o que me impressionou foi as construções bem antigas, deve ser bom estar lá e ver de perto esta amostra que o passado nos deixou, beijos Luconi

Miriam de Sales Oliveira disse...

Amiga,adorei as dicas.
Próximo ano,qdo for a Lisboa,pretendo pegar um trem e ir aos países escandinavos.Esta parte da Europa n/ conheço. bjs

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