sexta-feira, 29 de abril de 2011

Istambul, Turquia!


DADOS E INFORMAÇÕES IMPORTANTES:

País que Pertence: Turquia
Data de Fundação: 667 a.C
Gentílico: istambulita
População: 11,91 milhões de habitantes (2006)
Área (em km²): 1.538
Densidade Demográfica (habitantes por km²): 6.521
Administração: dividida em 33 distritos (bairros)
Principais Atividades Econômicas: indústria e comércio.
Temperatura média anual: 20 °C
Clima: temperado continental
Índice Pluviométrico anual: 880 mm



PONTOS TURÍSTICOS E CULTURAIS

- Basílica de Santa Sofia
- Palácio de Topkapı
- Mesquita de Arap
- Torre de Gálata (Galata Kulesi)
- Ilhas do Príncipe
- Torre de San Leandro
- Hipódromo
- Castelo das sete Torres
- Museu dos Mosaicos
- Museu Sadberk Hanım
- Mesquita Azul



www.suapesquisa.com



UMA CIDADE, DOIS MUNDOS

Uma metade na Europa, a outra na Ásia. Haréns dos sultões, bazares labirínticos, mesquitas, basílicas, vestígios romanos. Garotas de jeans e senhoras de burca. Um eletrizante mistério chamado Istambul

Não foi por meio das aulas de história que Istambul entrou pela primeira vez em meu imaginário, e sim quando assisti ao filme Expresso da Meia-Noite, uns 20 anos atrás. Fiquei com a idéia de que era uma cidade que cheirava a encrenca. Ao conhecê-la, no início de junho, descobri que, na verdade, ela cheira a pistache, amêndoa e café. Encrenca só vi no trânsito. Mistério vi em toda parte

Ainda que a capital da Turquia seja Ankara, é de Istambul que todos falam e para onde todos querem ir, atraídos por sua singularidade: uma metrópole cortada pelo Estreito de Bósforo, ficando uma de suas metades na Ásia e a outra, na Europa. Essas duas metades, no entanto, se confundem. Nas ruas, garotas de vestido decotado caminham ao lado de mulheres enfurnadas em burcas, mesmo a uma temperatura de 37 graus. O verão é muito quente e úmido. No inverno, neva. O clima é apenas um de seus extremos.

A suntuosidade dos palácios, das mesquitas e basílicas contrasta com a sujeira das ruas e a humildade do povo: não se vêem sultões andando de BMW pelas avenidas. Depois de ter sido a cidade mais rica do mundo cristão, quando ainda se chamava Constantinopla, hoje o luxo de Istambul está confinado em locais como o Topkapi, antiga residência imperial formada por diversos pavilhões e pátios internos. Lá estão, abertos à visitação, os tesouros do Império Otomano (jarros incrustados com pedras preciosas, adagas de ouro e esmeraldas que humilhariam os anéis de Elizabeth Taylor) e o harém onde o sultão guardava outras jóias: suas roliças e fogosas concubinas. Grande parte do Topkapi é hoje um parque público, com jardins bem cuidados, situado na área conhecida como Região do Palácio do Sultão.

Poucos quarteirões adiante fica Sultanahmet, outro dos bairros que atraem mais turistas. Ali, de frente uma para a outra e separadas apenas por uma pequena praça, a Mesquita Azul e a Basílica de Santa Sofia competem em majestade. A primeira, com seus seis minaretes esguios apontados para o céu, é internamente recoberta de azulejos e de silêncio: entra-se sem os sapatos, mas não sem respeito. De maio a setembro, assim que começa a escurecer, turcos e turistas se reúnem na pracinha defronte para assistir ao espetáculo de som e luzes projetadas sobre a mesquita. Enquanto uma voz narra, pelos alto-falantes instalados nos minaretes, a história da sua construção (cada noite em um idioma diferente), música e canhões de luz tentam preencher os olhos e ouvidos atentos da platéia. Tentam. Não estou segura da satisfação da clientela: as gaivotas que sobrevoam a mesquita me pareceram mais atraentes do que os tímidos efeitos luminosos.

A Basílica de Santa Sofia, por sua vez, não só impressiona por fora, com seus tons de terracota, mas principalmente por dentro. Ao entrar em sua nave principal, o fôlego desaparece, a cabeça ergue-se para cima e a gente só não cai de joelhos por detalhe. A visão é vertiginosa. Tudo é mega e fascinante: a altura da cúpula, os mosaicos, as colunas, os balcões e os estupendos medalhões caligráficos, dourados, pendurados nas paredes.

Ainda em Sultanahmet, na esquina da Santa Sofia, uma bilheteria acanhada vende ingressos para uma intrigante aventura subterrânea: a visita à Cisterna da Basílica. Desce-se por uma escadinha e, de repente, estamos embaixo da terra, em quase absoluta escuridão, entre colunas de mais de 8 metros de altura e com pingos caindo lenta e educadamente sobre nossa cabeça. Trata-se do antigo reservatório de água da cidade. Passarelas molhadas nos conduzem entre as 336 colunas bizantinas, ao som de música new age. O cenário faz lembrar um filme de Indiana Jones. Mais uma extravagância da cidade.

A prova de que tudo é grande em Istambul está na moeda: a entrada para o Topkapi custa 15 milhões de liras turcas; a entrada para a cisterna, 8 milhões; e para a Santa Sofia, 6 milhões. É um susto, mas a quantidade de zeros não reflete seu valor: 15 milhões é mais ou menos 10 dólares. Com 1 milhão de liras você não compra mais do que duas garrafinhas de água mineral.

Deixando um pouco de lado as obras monumentais, há vida prosaica em Istambul. No bairro de Beyoglu, do outro lado do mítico e plácido braço de mar chamado Golden Horn (Chifre de Ouro), está a Torre de Gálata (recomendo uma subida para apreciar a vista de 360 graus da cidade) e a larga avenida Istiklal Caddesi, um calçadão onde você descobre que nem só de tapete vive o comércio do país. Aqui estão diversas lojas de instrumentos musicais, butiques de grife, uma livraria encantadora chamada Robinson Crusoé, uma filial da rede de sorvetes Mado (considerado o melhor do país) e a interessante galeria Çiçek Pasaji, um antigo mercado de flores cujas barracas abrigam hoje diversos restaurantes e cafés típicos. No final da avenida Caddesi chega-se à praça de Taksim, o coração cosmopolita de Istambul. Um perímetro mais comum a nós, 100% ocidentais, se é que se pode chamar de comum um lugar em cujos outdoors e placas boa parte das palavras começa com cedilha.

Ainda nos arredores da Istiklal Caddesi, pipocam atrações. Em uma de suas travessas situa-se o lendário hotel Pera Palas, que hospedava os passageiros mais ilustres do trem Orient Express, e ficou ainda mais conhecido depois que se tornou uma espécie de segundo lar da escritora inglesa Agatha Christie, a rainha dos romances de mistério. Seu bar ainda cultiva um certo charme, mas o hotel está decadente. Desconfio que a criadora do detetive Hercule Poirot hoje optaria por um Crowne Plaza.

Aliás, há muitos hotéis de rede em Istambul. Mas nada como se hospedar numa antiga mansão otomana restaurada para não fugir do espírito da cidade. Na pequena e tranqüila rua de pedra Sogukçesme Sokagi, junto à praça Sultanahmet, há uma série dessas casas que viraram os chamados hotéis de licença especial. O mais charmoso deles é o Konuk Evi. O ex-presidente francês François Mitterrand o adorava. Não se aflija: eu me hospedei lá e em nenhum momento precisei dizer em voz alta o nome da rua, que é realmente impronunciável.

Cheguei e parti de Istambul sem saber dizer obrigado em turco. Tentei decorar, treinei em casa, mas na hora não saiu: é tesekkür ederim (com cedilha no esse!!). Mas, sabendo dizer obrigado em inglês, ninguém se aperta. A maioria das pessoas com as quais o turista se relaciona fala um inglês básico. Principalmente os comerciantes. Estes, se for preciso, falam até português com sotaque carioca, desde que você compre deles um legítimo kilim.

Istambul, aliás, é uma cidade toda atapetada. Tem tapetes nas calçadas, nos bares, em cima de mesas e cadeiras, saindo pelas janelas. É tapete pra tudo quanto é lado - e o efeito visual é bonito à beça. Impossível sair da cidade sem levar ao menos um. Em Sultanahmet, o melhor lugar para adquiri-los é no Arasta Bazar, uma rua ao lado da Mesquita Azul. O assédio dos vendedores não é a melhor recordação que você vai levar da cidade, mas faz parte da cultura local. Se você é loiro, e/ou tem olhos claros e/ou está levando uma mochila nas costas, terá revelada sua condição de turista e receberá um assédio de proporções quase indecentes. Eu, mesmo tendo o aspecto de uma muçulmana, não consegui evitar - levava uma mochila nas costas.

É assim no Arasta - e é assim num dos mercados mais famosos do mundo, o Grande Bazar, que não é grande, é enorme. Os riscos de se perder lá dentro, no entanto, são mínimos. Basta você se lembrar do nome do portão pelo qual entrou (há vários) e, quando quiser ir embora, seguir as indicações das placas internas. Portanto, perca-se, o lugar pede. E, ao bater em retirada carregando seus oito tapetes, suas cinco capas de almofada, seus dois conjuntos de chá, seus sete castiçais e seus 11 pratinhos de porcelana, não esmoreça e dirija-se ao Bazar Egípcio (ou das Especiarias), não muito longe dali. Aí sim, acrescida sua bagagem de vários chás e temperos, almoce no Pandeli, uma instituição turca que fica no segundo andar do prédio.

Eu poderia ficar até amanhã falando sobre Istambul, mas a revista continua e você precisa ir adiante. Faltou dizer que, se você quiser ver dança do ventre, há casas noturnas que apresentam o espetáculo, ainda que no quesito sensualidade as brasileiras sigam imbatíveis. Que é uma cidade que já vem com trilha sonora: há sempre um som exótico ou misterioso saindo de algum lugar. Seja dos minaretes, cujos alto-falantes convocam a população às orações do dia, seja uma música de rua, há sempre o que ouvir. E que, se você ficar apenas três ou quatro dias, vai ser pouco. Istambul é grande, como já foi dito. São dois continentes numa cidade só.

Martha Medeiros

Fonte: viajeaqui.abril.com.br










terça-feira, 26 de abril de 2011

Vamos à Grécia hoje?

A Grécia, um dos países de maior riqueza histórica e cultural do mundo. A civilização grega antiga deixou para a humanidade uma infinidade de palácios, templos, monumentos, teatros entre outras construções. Nos museus da Grécia, podemos conhecer uma infinita quantidade de esculturas, pinturas e outros elementos artísticos criados na Grécia Antiga. À cultura da região soma-se a beleza natural das ilhas e da Grécia continental. Beleza e cultura aliam-se para quem escolher a Grécia como rota de turismo.



Principais pontos turísticos e culturais da Grécia:

Em Atenas

- Acrópole de Atenas
- Ágora de Atenas
- Templo de Zeus Olímpico
- Museu Arqueológico Nacional
- Museu Histórico Nacional de Atenas
- Academia de Artes de Atenas
- Catedral Metropolitana de Atenas
- Monte Licabeto
- Museu Bizantino e Cristão
- Igreja de Panaghia Kapnikarea
- Praça Syntagma




Em Salônica

- Torre Branca
- Arco de Galério
- Igreja de São Demétrio
- Museu Arqueológico de Tessalônica
- Praça Aristóteles
- Praça Santa Sofia



Em Pátras

- Porto de Pátras
- Museu Arqueológico de Pátras
- Teatro Apollon
- Catedral Agios Andreas
- Monumento a Revolução Grega
- Praça Central de Pátras



Em Lárissa

- Teatro Antigo de Lárissa
- Ágora Antiga de Lárissa
- Museu Arqueológico
- Museu Bizantino
- Museu Katsigras
- Museu de História e Folclore




Daqui:
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Quer mais informação sobre os pontos turísticos da Grécia? Clique aqui. São quatro páginas sobre o assunto.







quinta-feira, 21 de abril de 2011

Visite Buenos Aires nesta Páscoa!


DADOS E INFORMAÇÕES IMPORTANTES:

País que Pertence: Argentina
Data de Fundação: 3 de fevereiro de 1536
Gentílico: portenho
População: 3,05 milhões (2001)
Área (em km²): 203
Densidade Demográfica (habitantes por km²): 14.826
Índice de Alfabetização: 99,5 %
PIB: US$ 100 bilhões (2004)
Administração: cidade dividida em 48 bairros
Principais Atividades Econômicas: comércio, turismo, serviços, indústria e finanças.
Rios Principais: rio da Prata
Temperatura média anual: 18 °C
Clima: temperado oceânico
Índice Pluviométrico anual: 1.150 mm

PONTOS TURÍSTICOS E CULTURAIS

- Teatro Maipo
- Teatro Colón
- Teatro Nacional Cervantes
- Praça de Maio
- Casa Rosada
- Casa da Cultura
- Palácio Barolo
- Parque 3 de fevereiro
- Centro Cultural Recoleta
- Torre dos Ingleses
- Museu Nacional de Belas Artes
- Basilica Nossa Senhora de Pilar

Daqui:
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Caminito, Bairro da Boca


Não dá para visitar Buenos Aires e não conhecer esse bairro!


Casal dançando tango no Caminito


Casa Rosada


Cemitério da Recoleta


Torre dos Ingleses


Livraria Ateneu (antigo teatro)


Puerto Madeiro


Café Tortoni


Av. De Mayo, onde está o Café Tortoni, com seus prédios de arquitetura que lembra Paris

Dicas de turismo em Buenos Aires - Andar a pé

A cidade de Buenos Aires foi muitas vezes considerada a Paris da América do Sul. Tal título é justo, as construções e prédios nos fazem algumas vezes pensar que estamos em Paris. Desta forma, uma dica valiosa é simplesmente andar a pé e apreciar a arquitetura da cidade.

Dicas de turismo em Buenos Aires - Use os táxis

Para os mais idosos, com problemas de locomoção, ou que simplesmente não gostam de andar muito a pé, uma boa dica é não ter medo de utilizar os táxis em Buenos Aires. Eles são relativamente baratos e abundantes. Alguns taxistas são simpáticos o suficiente para das dicas e contar um pouco sobre Buenos Aires.

Dicas de turismo em Buenos Aires - Shows de tango

Muitos consideram que o turismo em Buenos Aires não está completo sem um show de tango. Porém, essa experiência pode se tornar uma grande furada.

No show do Señor Tango, por exemplo, o espectador corre o risco de sentar de costas para o palco. E se o transporte oferecido pela casa de show atrasar o turista terá seu jantar servido às pressas com o risco de faltar a entrada ou sobremesa. O show do Señor Tango em si também é muito longo e cansativo.

Outra possível furada nos shows de tango é a ineficiência do transporte para a casa de show. No La Ventana, por exemplo, tivemos uma experiência assustadora. O motorista do ônibus da casa de show nos deixou mais de uma hora trancados no veículo e saiu para pegar um grupo. Sim, isso mesmo: cárcere privado por mais de uma hora. Obviamente que quando fomos libertados do ônibus não quisemos mais ir ao show atrasados.

Existem duas dicas importantes para evitar essas furadas nos shows de tango. A primeira é não deixar o hotel ou companhia de turismo providenciar a reserva. Faça isso você mesmo. Assim, poderá escolher os melhores lugares e serviços de acordo com o preço que deseja pagar. Outra dica é primeiro pesquisar na Internet os comentários sobre os shows, os quais variam muito em estilo e qualidade dos serviços.

A princípio contratar uma empresa para realizar algum passeio turístico pode parecer mais prático e simples. Porém minha experiência é que nessas excursões o turista é tratado como gado. Perde-se a liberdade e o conforto para ficar na mão de guias de turismo mal preparados.

Dou como exemplo minha experiência ao entrar numa excursão para o Delta do Tigre. O guia nos colocou em um trem totalmente lotado, tipo Central do Brasil. Minha mãe de 80 anos foi em pé até a estação que nos mandaram descer. Tal estação não tinha nada de tão importante, apenas um shopping. Se não tivesse na excursão teríamos esperado outro trem mais vazio, porém a guia não quis nem saber e nos colocou em um vagão cheio.

Na estação, que ficava na metade do caminho para o Delta do Tigre, falei para a guia que queria me desligar da excursão. Sua reação inusitada foi dizer que era “impossível” sairmos de lá ou prosseguir o passeio sem um guia. Será que só eles podem comprar passagem de trem? Pois bem, foi só depois que saímos da excursão que o passeio ficou bom. Compramos nosso ticket na bilheteria e seguimos em um trem vazio apreciando a viagem, o que seria impossível naqueles grupos lotados de excursão. Ao chegar ao Delta do Tigre pudemos escolher as opções de passeios de barco que mais nos agradavam pelo tempo que desejássemos. E tudo isso por um preço muito mais barato do que pagaríamos na excursão. Ah sim, a “missão impossível” de passear sem um guia foi fácil e tranqüila. A dica é: se quer fazer bem feito, faça você mesmo.

Dicas de turismo em Buenos Aires - Aproveite os restaurantes

Uma das atrações turísticas em Buenos Aires são seus restaurantes. Claro que nem todos são bons, porém há ótimos restaurantes na cidade. Algumas dicas para carnes são o relativamente caro “Cabana Las Lilas” e o bem mais barato “Siga la Vaca”, ambos em Puerto Madeiro. Entretanto, a melhor carne em Buenos Aires está no pequeno bistrô “Dada”, na San Martin 947. Como alternativa para as carnes há bons restaurantes italianos com ótimas massas, como por exemplo o “Sottovoce Madero” em Puerto Madeiro. Uma ótima dica é aproveitar a culinária juntamente com a história. Para isso nada melhor que o “Café Tortoni” na Av. de Mayo 829.

Imagens e dicas de turismo daqui:
www.almacarioca.com.br



sábado, 16 de abril de 2011

Singapura: um mundo de contrastes!





LOCAIS TURÍSTICOS

Na ilha de Singapura se mistura o passado com o futuro e assim será nosso percurso; Um passeio pela história através dos seus distritos, que exploraremos com minuciosidade e absorvendo toda a cultura histórica que contém. Porém, também caminharemos observando as magníficas perspectivas que oferecem o futuro. Em primeiro lugar visitaremos o bairro colonial, para ver depois a área de comércio. Mais tarde iremos a Chinatown, a zona árabe e a indiana. E por último fazer compras a Orchard Road. Nos escaparemos logo à algumas zonas verdes ao redor e seguiremos à costa e ilhas.



DISTRITO COLONIAL E DISTRITO FINANCEIRO

Está rodeado pelo rio Singapura na sua parte sul. A permanência da Coroa Britânica é notável na zona particular do país. Sir Stamford Raffles transportou o distrito financeiro ao sul do rio Singapura e converteu a área norte em zona administrativa. Este fato ficou como o plano para a Singapura central através de gerações de domínio colonial e os anos republicanos da independência. Mesmo sendo uma cidade moderna, permanecem numerosos lembranças históricas na arquitetura. Na Singapura colonial se encontram imponentes monumentos britânicos, edifícios de pedra cinza da Prefeitura, do Parlamento e o Museu, as Igrejas e a arquitetura vitoriana. Muitos destes edifícios ainda servem para seus propósitos originais. O bairro colonial está dominado por o Ford Canning Park, construído em 1819 sobre um campo-santo malayo e sobre o cemitério onde estão enterrados alguns dos primeiros colonos europeus que se estabeleceram na ilha. Perto do limite norte do parque encontra-se o Museu e a Galeria de Arte Nacional (National Museum and Art Gallery), ilustre por sua coleção de objetos de jade. Distrito Financeiro Central é o coração comercial do país e seus monumentos agora são modernos arranha-céu. Estas duas áreas estão divididas pelo rio Singapura que tem sido sempre o centro da cidade. Foi o lugar das primeiras chegadas dos britânicos e durante muito tempo, a principal artéria do comércio. Aqui se encontra a Empress Place Building, construção vitoriana que data de 1865 e foi nomeada em honra da Rainha Vitoria. É a zona de pedestres mais antiga de Singapura, onde existe um museu, galerias de arte e um exclusivo restaurante. Perto, sobre o rio encontra-se a Estatua de Raffles, situado onde provavelmente o britânico pisou no país pela primeira vez. Sobre a Estrada Beach encontra-se o Hotel Raffles que é o mais conhecido do país e também é considerado como uma instituição designada pelo governo como parte da herança cultural de Singapura. Também encontram-se na região a Catedral de St. Andrew, a Catedral do Bom Pastor e outros bons exemplos de edifícios religiosos da época que são o Convento do Sagrado Menino Jesus e a Instituição São José. A igreja mais antiga do país é a Igreja de São Gregório o Iluminado.



O BAIRRO CHINÊS

Ë uma da áreas mais fascinantes do país e o centro da cultura. No Singapura de hoje, Chinatown oferece a visão de como os imigrantes chineses moldaram e construíram a cidade moderna, com seus numerosos templos, terraços decorados e multidão de mercados que convertem em diversas barracas no meio de uma atividade barulhenta. Grande parte de Chinatown tem sido derrubada e reconstruída durante os últimos trinta anos. Pode começar o percorrido da zona desde a estação MRT do distrito financeiro central e dirigir-se em direção ao sul até o templo taoísta Walk Hai Cheng Bio. Outro lugar de turismo é o templo Fuk Tak Chi que encontra-se na rua Telok Ayer onde se concentra o autêntico sabor de Chinatown. Mais adiante encontrará o Nagore Durgha Shrine, uma antiga mesquita muçulmana, perto do templo Thian Hock Keng que é o mais interessante dos templos chineses da cidade. Continuando o percurso encontramos a Rua Chinesa, um dos poucos encaves de Chinatown que se salvou da reconstrução e há mantido o espírito ancestral que concentra um grande número de cidadãos que se golpeiam pelas ruas fazendo inclusive complicada a circulação entre bicicletas e ônibus. Ao sudoeste da Rua Chinesa encontram-se interessantes lojas de antigüidades e o "Mercado dos Ladrões" que são aos domingos ao meio dia. Na esquina das ruas Clube e Ann Siang Hill se encontra a peculiar loja Lee Kun, especializada em espetaculares máscaras de Baile de Leão, feitas de papel e bambu. Outro lugar de interesse é Tanjong Pagar, uma área natural de conservação nos seus terraços belamente restaurados, onde se encontra uma grande variedade de bares e restaurantes.



A RUA ÁRABE

É o centro muçulmano de Singapura e se converteu em um tradicional distrito têxtil onde pode-se encontrar os mais variados tecidos. A Mesquita do Sultão é a maior do país e a mais concorrida. Podendo-se encontrar também bons restaurantes muçulmanos hindus na Avenida North Bridge. Uma rua mais abaixo, se encontra o Hajil Lane, uma pitoresca rua franqueado por lojas de dois andares com negócios têxteis e de todo tipo. Sobre a rua Bagdad encontrará talhadores de pedra polindo as pequenas lápidas para as tumbas muçulmanas; um pouco más na frente, outros talhadores produzem peças para os templos chineses e suas tumbas. Na porta do Sultão encontra-se a Istana Kampong Glam, que foi a residência do sultão Ali Iskander Shah, construída ao redor de 1840. Outro lugar importante da região é a mesquita Malabar Muslim Jama-Ath, uma preciosa construção coberta de azulejos azuis que adquirem um aspecto fantástico nos entardecer durante o Ramadán. Atrás encontra-se o velho cemitério Kampong Glam, onde se diz que a realeza malacia se encontra enterrada entre palmeiras e outras árvores tropicais. Outra mesquita importante é a Haijah Fatimah cuja arquitetura mostra influências coloniais.



A PEQUENA ÍNDIA

Esta modesta porém colorida área cheia de lojas, aromas profundos e música hindu é um alívio do predomínio da modernidade de muitas partes da cidade. Centrada ao redor do extremo sul da Avenida Serangon, este é um lugar ideal para saborear uma excelente comida vegetariana e comprar delicados artesanatos hindus. O Centro Zhujiao é um dos mercados mais animados de Singapura, onde se vendem toda classe de frutas e vegetais, assim como carne e peixes. Os vendedores ambulantes provem com abundantes postos de comida hindu, prendas têxteis e grande variedade de coisas típicas. Na esquina de Serangoon e Belilios encontra-se o Templo Veerama Kali Amman, uma construção shaivita dedicado a Kali. É muito concorrido pelos devotos, especialmente ao entardecer. O Sri Srivinasa Perumal é um extenso templo dedicado a Vishnu. Nele pode-se encontrar uma estátua de Perumal o Vishnu e seus consortes Lakshmi y Andal. O Templo das Mil Luzes o Templo de Sakaya Muni Buddha Gaya, denomina-se assim por estar dominado por uma figura de Buda de 15 metros de altura pintada com cores muito brilhantes. A parte de uma imensa imagem, encontram-se certas curiosidades, como a figura de cera de Gandhi e uma esfinge de Ganesh, o deus hindu com cabeça de elefante.



ÁREA COMERCIAL DE ORCHARD ROAD

É a zona de compras mais importante de Singapura. Ali concentram-se os melhores centros comerciais e hotéis da parte moderna do país. O Centro Comercial Tangling reúne nas suas instalações lojas, restaurantes, e ótimos clubes noturnos. O Centro Comercial Fórum é um lugar ideal para encontrar brinquedos e eletrônica de várias marcas e o Paranakan Place deixa ver suas velhas "shophouses" de madeira restaurada na que existem restaurantes, lojas de artesanatos e um museu que explica como era a vida dos Peranakan a princípios do século.



A COSTA OESTE, JURONG

Ao oeste da cidade, encontra-se este importante setor industrial e urbano que se destaca por ser a área mais poderosa da economia de Singapura. Um dos principais atrativos é o Haw Par Villa, um parque mitológico chinês. Outro dos parques temáticos é Tang Dinasty City, uma relação da China com o século XVII. Também se encontra o Parque das Aves Jurong, onde estão os Jardins Chineses e Japoneses, lugares ideais para estar com a natureza, além do Centro de Ciências de Singapura onde se expõe demonstrações dos avances científicos. Não muito longe há também uma reserva de crocodilos.



A COSTA LESTE

Na Costa Leste, frente a estrada que chega ao aeroporto encontra-se Katong, um baluarte da cultura Peranakan. Más ao norte se encontra Geylang Serai, uma área residencial malacia. Ali poderá dar um volta pelo mercado e pela Vila Cultural Malay onde se exibe artesanato, podendo-se escutar música tradicional e saborear a cozinha típica.



OS ARREDORES DA CIDADE

A riqueza cultural do país está determinada pela diversidade da população. Na zona de Chinatown se deslumbram costumes características da antiga cultura chinesa, enquanto que a pequena Índia reproduz em suas construções e vivendas a influência hindu. Na zona moderna do país convivem habitantes que compartem as influências modernas de China e Ocidente. Os quatros idiomas oficiais de Singapura são o mandarín, o malaio, o tamil e o inglês. Este último é a principal linguagem da educação que se conjuga com o rápido crescimento econômico do país que aprendeu a combinar as tradições antigas com a aprendizagem moderna. Mesmo que se utiliza o inglês como meio de comunicação entre os membros das diferentes agrupações raciais, existe uma deformação lingüística conhecida como o Singlish, que é comodamente utilizada por aqueles cidadãos que não aprenderam o idioma de maneira dogmática. A população total de Singapura é de 3.1 milhões de habitantes, composto por um 77.7% de chineses, 14.1% de malaios, 7.1 % de hindus e 1.1% de habitantes de diferentes raças.




Fonte:
http://www.portalsaofrancisco.com.br


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