sábado, 26 de fevereiro de 2011

Rumo a Barcelona!


Barcelona - Espanha


- Museu Nacional de Arte da Catalunha
- La Rambla (rua turística)
- Grande Teatro do Liceu
- Monumento a Colón
- Palácio da Música Catalã
- Parque Güell
- Catedral de Barcelona (estilo gótico)
- Templo Expiatório da Sagrada Família
- Casa Milà
- Museu Picasso
- Estadi Olímpic Lluís Companys
- Torre de Collserola

Daqui:



BARCELONA

Barcelona não é para qualquer um. Os dias são uma aventura e não há fôlego que dê conta das noites. Prenda a respiração e prepare seu espírito: você está entrando na cidade das artes e da diversão. Do alto de sua sabedoria, escolheu a dedo o palco de sua aventura na Terra: Barcelona, à beira do Mediterrâneo, capital oficial da Catalunha e, sobretudo, a cidade que tem uma das - talvez as - melhores noites da Europa. Se em Paris ou em Viena os cafés são instituições, em Barcelona o que comanda a festa são os bares. A única coisa que permanece sempre a mesma é o talento de continuar sendo a cidade do momento e arrebatar quem pisa aqui pela primeira vez.

A noite de Barcelona é tão grande que não cabe na disposição do mais experimentado dos notívagos. Para experimentar essa sensação, o garotão caprichou no banho, salpicou o corpo com perfume e vestiu a roupa da moda. Consultou então o Guía del Ocio, uma mistura de mapa da mina e caminho das pedras do lazer em Barcelona, vendido em qualquer banca de jornal e que custa algo como 1 dólar. Saiu do hotel às onze da noite (pois antes disso nada acontece na cidade, da mesma forma que querer almoçar a uma da tarde é pedir para dar com o nariz na porta do restaurante) e rumou a Barceloneta, onde fica o Porto Olímpico, um dos locais da moda, perto da praia, uma construção em forma de U na qual veleiros e iates ancorados convivem com uns sessenta bares e restaurantes. Havia bastante gente no lugar, mas nada que justificasse a fama da cidade. Com fome, hesitou se jantaria numa pequena pizzaria, chamada Panini, localizada bem no meio do U, ou se experimentaria uma paella ou um arroz negro, feito na tinta de uma espécie de polvo, em um dos vários restaurantes de frutos do mar. Escolheu a paella, num restaurante tranqüilo, na ponta final do U.

Lá pela uma da manhã, o garotão pagou a conta, saiu do restaurante e quase caiu para trás. Foi andando devagar, refazendo o circuito de volta, entrando e saindo dos bares, comparando as decorações, as especialidades da casa, o público de cada um, a vertigem das ofertas, o agito e as promessas. No centro do U, tentou conferir como andava o movimento da pequena pizzaria, a tal Panini que ele quase entrou na ida. Não conseguiu. Tudo havia mudado. A iluminação tênue do restaurante cedeu a vez para as luzes de estrobo estourando na escuridão. No lugar das mesas, jovens se esfalfavam de tanto dançar. Em vez da garrafa de vinho, brindes com copos de uísque, margueritas e Tio Pepe. No bar, duas gogo girls, uma loira, outra morena, uma linda, a outra mais ainda, trajando vestidos pretos que mais pareciam pintados no corpo, dançavam e atendiam os pedidos. Sequer os 5 quilômetros de praia (coisa raríssima numa grande cidade européia), que vivem transbordando de gente no verão, podiam ser aproveitados. Há seis anos, as praias viviam separadas do resto da cidade por uma decrépita linha de trem e por um bairro inteiro ocupado por fábricas antigas e feias. Perto de Montjuic, uma das montanhas que circundam Barcelona, numa área até então mal-aproveitada, nasceu a Vila Olímpica. A beira-mar, o agito de Barceloneta. É coisa demais para um lugar com somente 99 quilômetros quadrados, ou doze vezes menor do que Paris.

Um tanto surrado pelas idas e vindas da História, o orgulho catalão firmou o passo, levantou a cabeça e encheu o peito - e olhe que orgulho catalão, mesmo nas épocas de baixa estima, é orgulho que não acaba mais. Nunca cometa a bobagem de achar que Barcelona e o resto da Espanha são a mesma coisa. Ser catalão significa ser um trabalhador incansável (Barcelona é a cidade mais rica da Espanha, tem um dos portos mais importantes da Europa, bancos em profusão), racional (quando uma criança faz alguma tolice, os pais não dizem "comporte-se", e sim "pense, use a cabeça"), inventivo (o inventor do submarino, Marcis Monturiol, é de uma cidade vizinha, Figueiras, a mesma de Salvador Dalí), amante do teatro (o reverenciado Fura Del Bals é daqui), da boa música (esta é a terra do violoncelista Pablo Casais), da ópera (berço da soprano Monserrat Caballé, que, junto com Freddie Mercury, ex-vocalista do Queen, lançou um disco chamado, justamente, Barcelona) e da pintura (Miró por nascença e Picasso por adoção).

Mas se existe algo ou alguém que traduz para um turista o que é a alma catalã, ou a parte visível desse espírito, é a obra arquitetônica - pois a arquitetura é um dos maiores combustíveis do orgulho catalão. Principalmente a do inconfundível mestre Antoni Gaudí, o homem que é uma espécie de sinônimo de Barcelona. O próprio cartão-postal da cidade, a Catedral Sagrada Família, assinada por ele, é o melhor exemplo disso. A fachada da Paixão é bonita, mas, como outro arquiteto resolveu dar seu toque pessoal, ela não é tão sublime quanto a do Nascimento, onde se vê todo o estilo de Gaudí. A força de Gaudí ficará ainda mais clara se você já conhece a imponente Catedral de Barcelona, no centro histórico da cidade, uma igreja em estilos gótico e neogótico, na frente da qual o povo se reúne nos finais de semana para se deixar

embalar pela sardana, uma dança de roda típica catalã. Nela, funciona um museu onde se aprende como Gaudí reformou um prediozinho quadrado e sem graça na Passeig de Grácia, rua elegante e cheia de boas lojas e o transformou na famosa Casa Battló, na qual cimento, tijolos e tinta se misturam para desenhar uma alegoria da batalha de São Jorge contra o dragão - telhas azuis representam as escamas do dragão, uma cruz no alto abarca tanto a espada de São Jorge como as lágrimas de uma donzela e as sacadas brancas significam as ossadas das vítimas devoradas pelo monstro. Ao lado dessa casa, e na esquina da mesma rua, ficam mais duas construções de outros dois importantes arquitetos catalães, Lluís Domènechi i Montaner e Josep Puigi i Cadafalch - por isso, esse ponto é conhecido como o Quarteirão da Discórdia, no qual diferentes estilos se confrontam. Não só Gaudí, mas muitos outros, quase anônimos, ajudaram a transformar Barcelona, uma cidade construída sob ruínas romanas com 2 mil anos de idade (se você quiser, pode ver colunas dessa época, ainda intactas, encravadas a dez metros abaixo das calçadas da cidade, no Bairro Gótico da Cidade Velha, ou então comprar um ingresso para o Museu Nacional d´Art de Catalunya, com um acervo maravilhoso de pinturas murais românicas). Uma dessas pessoas teve como incumbência dar um jeito num aluvião nada nobre (ou seja, um esgoto a céu aberto) que carregava os dejetos da cidade para o mar. De acordo com suas idéias, a área foi soterrada e, em seu lugar, surgiu uma rua mitológica - uma tal de Rambla, que, décadas depois, virou um dos raros cartões-postais de Barcelona que não tem a ver com Gaudí. As ramblas do planeta são uma imagem: o espírito da Rambla de Barcelona deveria ser universal, com a alegria e descontração de suas vendas de flores e passarinhos, bancas de jornal, lojas de suvenires, estátuas vivas, artistas e músicos, cafés e docerias (pastelerias, em espanhol). O ponto fulgurante é que a animação transborda de cada centímetro do chão. Já o pedaço desagradável é que, atraídos pelo imenso número de turistas que circula pela Rambla, quase sempre há uma legião de trombadinhas para carregar as câmeras e as carteiras dos incautos (longe dali, a cidade costuma ser segura). Batizada de Barcino pelos romanos em 133 Antes de Cristo, Barcelona caiu nas mãos dos mouros e dos francos nos séculos seguintes. A rivalidade

entre os catalães e o resto do país começou a nascer na Idade Média, em 1474, com o casamento de Isabella de Castella e Ferdinand de Aragão, que anexaram a Catalunha e Aragão à Espanha. Madri virou capital oficial em 1562, mas, orgulhosa como sempre, a Catalunha continuou autônoma até o século 18. Nessa época apoiou um austríaco, da poderosa dinastia dos Habsburgo, que pretendia ocupar o trono da Espanha. Em represália, todas as manifestações da cultura catalã foram reprimidas - a mesma coisa que ocorreu neste século, durante a ditadura de Franco na Espanha. Hoje, o Eixample, onde está a Sagrada Família, concentra quase todo o comércio chique da cidade, prédios em estilo art noveau e modernista, muitas casas noturnas e bares, sendo que alguns deles você nunca viu nem verá nada igual, nem em Nova York nem em qualquer outra cidade que tenha uma vida noturna palpitante. Na Calle Provença, por exemplo, fica o bar Fira, com uma entradinha escondida à meia-luz, decorado com pedaços de parque de diversões do século passado. São autômatos que só existem ali, em museus ou em filmes mudos, pôsteres do tempo do onça com atrações como a mulher barbada ou o homem fera, fliperamas com bolas de madeira e coisas parecidas. Tanto podem ser casais de meia-idade perdidos na noite barcelonense quanto turistas europeus que ouviram falar da peculiaridade do bar, ou nativos que não escondem a contrariedade ao ver que seu reduto está sendo invadido por alienígenas.

Acima do glamour e excentricidade do Eixample, está o Tibidabo, a outra montanha que circunda Barcelona. Ali também há bares e casas noturnas curiosas, como o Rosebud ou o Particular, com mesas ao ar livre no meio de um bosque durante o verão ou uma quase alcova à luz de velas para o inverno. Em qualquer época, com frio ou sol causticante, outro lugar que vive cheio é o Mirablau, um bar-danceteria incrustrado no alto da montanha. Mesmo que a música não seja grande coisa ou que falte ar no meio do aglomerado de gente, você há de se sentir recompensado com a vista da cidade que o lugar permite. Ao lado, há um anexo com mesas ao ar livre e um bando de garotos e garotas loucos para compartilhar experiências. Abaixo do Eixample, por sua vez, está uma das relíquias da cidade, o Bairro Gótico, com suas ruelas centenárias, algumas com menos de 2 metros de largura, e várias danceterias nem tão antigas assim, mas que são lugares tão "modernos" que os passos de dança parecem extraídos de algum ponto da História entre a Idade da Pedra Lascada e o movimento punk.

Nessa região, também ficam a Prefeitura de Barcelona, a sede do governo da Catalunha e, o que talvez mais interesse aos turistas, os melhores bares que servem as melhores cavas (a champanhe catalã) da cidade. O cardápio só existe na cabeça do dono, que também cumpre a função de garçom, caixa, balconista e seja lá mais o que for preciso. Depois, deve-se espiar as tapas exibidas no balcão e pedir o que seu coração manda - e, se ele bater forte, há de escolher anchovas, possivelmente as melhores do mundo. Em ambos, há praias (embora as brasileiras sejam esplêndidas e as daqui, de areias escuras e grossas, valham mais pelo agito e pelo topless do que pelas belezas naturais), muito calor (quase 35 graus no verão) e afabilidade de sobra (se, por exemplo, você pedir uma informação de onde é o metrô, um catalão é capaz de acompanhá-lo desinteressadamente até a porta da estação). O barcelonense é tão fanático por futebol e pelo Barcelona, seu time mais importante, que há casos de crianças que ainda estão na mente de Deus mas que, de acordo com a vontade se seus país, já são sócias e torcedoras do Barcelona. Se o time perde, metade da cidade fica de luto. Mas se o Barcelona ganhar e você der a sorte de ser um brasileiro na cidade nesse dia (e ainda mais se o gol da vitória for do carioca Ronaldinho), prepare-se para ganhar de presente umas tapas ou cavas - e fique certo, a oferta da casa não é por causa de seus belos olhos azuis, e sim o produto da retribuição de um catalão a um conterrâneo do brasileiro que mais alegrias lhe tem dado.

Depois de Barcelona, o homem nunca mais é o mesmo. E você pode voltar tranqüilo que, no ritmo que a cidade caminha, também ela não será mais a mesma. No verão, Barcelona é muito parecida com o Brasil. No inverno, não chega a nevar, mas pode fazer um frio respeitável. Na maior parte do ano, o fuso horário é de 4 horas em relação a Brasília. Na época do horário brasileiro de verão, a diferença diminui para 3 horas. Como a maioria dos vôos do Brasil para cá são noturnos, se você consegue dormir no avião, o fuso não atrapalha muito.

Passe pelo menos uma madrugada entrando e saindo de bares, e também conhecendo o agito das danceterias. Não deixe de tomar uma cava acompanhada de anchovas no Xampanyet nem de beber umas cervejotas na praia. Para agradar sua alma, reserve pelo menos 2 horas para ficar de bobeira observando as figuras esculpidas na fachada da Sagrada Família.

No verão, mesmo o venerando centro histórico da cidade fica apinhado de garotões com bermudas e mocinhas de minissaia.

A primavera e o outono são meses ideais para curtir Barcelona. A cidade tem bastante gente e muita agitação a qualquer época, mas, no inverno, a chuva e o vento frio podem atrapalhar e, no verão, o calor excessivo e congestionamento das ruas, provocado pela multidão de turistas, tendem a incomodar. O telefone do competente Turismo de Barcelona é 0034, prefixo da Espanha, (3, prefixo da cidade) 304-3135, e o fax (0034-3-304-3155).

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Daqui:
www.barcelona.guide.com.br

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Índia, um lugar exótico!


India on Fotopedia

Mapa da Índia





Você encontra informações sobre a Índia nos links abaixo:

Wikitravel

Sua pesquisa.com

Consulado Geral da Índia

Boa viagem!!!


sábado, 19 de fevereiro de 2011

Veneza, Itália!






Veneza - Um pouco de história

Situada na região do Vêneto, no nordeste da Itália, e banhada pelo mar Adriático, Veneza foi construída sobre uma série de ilhas e se tornou uma das maiores potências marítimas da Idade Média, além de um importante centro de intercâmbio comercial e cultural com o Oriente.

O povoamento da região data do século 6 d.C. Entre 1140 e 1160, a cidade se tornou uma república e, em 1797, foi tomada por Napoleão Bonaparte. Quase um século mais tarde, em 1866, a cidade foi anexada ao reino da Itália, que havia nascido cinco anos antes.

Entre eles, o palácio Ducal, reconstruído nos séculos 14 e 15 para ser residência dos doges (governantes da cidade) e sede do governo e palácio da Justiça da 'Serenissima Repubblica di Venezia', que complementa o conjunto arquitetônico veneziano.

Veneza - Atrações

O melhor
Caminhar sem rumo pelas ruas de Veneza é uma delícia. Mas pule da cama antes das 9h, quando ainda poucos turistas começaram as longas caminhadas pelas ruazinhas da cidade. Conforme a hora vai passando, famílias em férias, casais, mochileiros e grupos de excursão começam a se acotovelar nos locais mais movimentados, quase todos construídos no século 18, quando bem menos gente passava por ali. É bom lembrar que, a cada ano, 12 milhões de turistas visitam Veneza.

O pior
O lado ruim de tudo isso é que milhares de turistas lotam a cidade praticamente durante o ano todo, tornando as caminhadas se acotovelando com a multidão um pouco cansativas e a hospedagem e as refeições muito mais caras que no restante da Itália. Não se deixe abater: a viagem vale qualquer esforço.

Grande Canal
Um passeio de "traghetto" (uma espécie de gôndola coletiva) pelo Grande Canal, muito mais barato que o aluguel de uma gôndola, que pode chegar a US$ 80 por duas horas de passeio. Ao entardecer, o sol colore as fachadas dos palácios ao longo do canal e realça os reflexos na água.

Basílica de San Marco
Uma das mais exóticas catedrais da Europa, a Basílica de San Marco exibe uma surpreendente coleção de mosaicos, como "A Chegada do Corpo de San Marco", na fachada. A visita é cansativa, pois é preciso seguir em fila por um trajeto definido durante todo o tempo. Procure chegar bem cedo, antes dos grupos de turistas que lotam a igreja a maior parte do dia.

Escola Grande de San Rocco
Abriga uma das mais importantes coleções da Europa sobre um único artista _ Jacopo Tintoretto. Vale uma tarde de contemplação.

Sorvete Italiano
Em quase todas as esquinas há uma sorveteria com dezenas de sabores, mas uma das melhores, a Palolin, fica no Campo Santo Stefano. Experimente o sorvete de Nutella.

Praça San Marco
Resume tudo o que você leu, viu e ouviu sobre Veneza antes de chegar lá. A imensa praça, sempre lotada de turistas, artistas de rua e pombos, é um enorme páteo rodeado pela Basílica de San Marco, o Campanile, a Torre do Relógio, o Museu Correr entre outras atrações. A vista do alto do Campanile é deslumbrante.

A Torre do Relógio, construída no final do século 15, exibe as fases da lua e os signos do zodíaco, representados em azul e dourado no grande relógio. Uma lenda conta que depois que os inventores do relógio terminaram a obra tiveram seus olhos arrancados para que não pudessem repetir tal projeto. No alto está a figura do leão alado de San Marco, símbolo da cidade de Veneza.

Ainda nas adjacências, o Palácio Ducal foi residência dos governantes de Veneza, chamados de doges, no século 9. O corpo principal do palácio é todo feito em mármore.

Ponte Rialto
Um dos locais mais famosos de Veneza, a ponte oferece belas vistas do Grande Canal e serve de marco para o centro da cidade.

Galeria da Academia
Abrigada em um magnífico palácio, apresenta uma coleção extraordinária de arte veneziana.

Daqui:
www1.folha.uol.com.br

Quer ver Veneza em 360º? Clique aqui: www.veniceconnected.com

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Tóquio sem escalas!


Tokyo on Fotopedia



Atrações:

1. Mercado de Peixes Tsukiji

Situado próximo à estação de Tsukiji (é bom ir de metrô), oferece um espetáculo único para os apreciadores dos sushis (bolinhos de arroz com algas e peixe cru) e sashimis (peixe cru).

Desse mercado partem todos os peixes que abastecerão os restaurantes de Tóquio. O tamanho dos peixes surpreende, assim como a rápida movimentação dos compradores e dos carros de transporte enquanto ocorre o leilão.

É preciso estar muito atento, pois esse passeio deve ser feito logo cedo (às 6h) e a sonolência pode causar acidentes com a grande movimentação de carros e empilhadeiras no pátio do mercado.

Mas a melhor parte fica para depois do leilão. Ao lado do galpão principal situa-se o mercado de produtos típicos e comida, onde você poderá comer o sashimi mais fresco da cidade, além de tempurás (legumes empanados) e sobas (sopa de macarrão).

E poderá comprar utensílios de cozinha e condimentos japoneses, em meio ao caos de barraquinhas dispostas ao longo de corredores apertados e cheios de donos de restaurantes e turistas.


2. Bairro de Ginza
É sem dúvida um dos bairros mais elegantes de Tóquio. Com suas lojas sofisticadas e os shoppings mais tradicionais, atrai consumidores de todo o mundo, que transitam por suas amplas avenidas observando as vitrines das maisons dos grandes estilistas.

Os grandes shoppings possuem um setor de alimentação em seus subsolos onde se pode adquirir todo tipo de comida japonesa pronta para saboreá-la em casa. Ou mesmo nos corredores dos shoppings, trens, praças.

Os japoneses definitivamente não se incomodam de fazer uma boa refeição em público, muito pelo contrário. Mas a preocupação com a limpeza beira a neurose. Embalagens plásticas como garrafas devem ser separadas de lixo orgânico e de lixo inflamável, além de serem amassadas antes de serem jogadas. Não se deve esquecer de retirar o rótulo e a tampinha, além de depositá-los no coletor apropriado para cada material.

É bom também pensar duas vezes antes de comprar alimentos e bebidas na rua, pois poderá ter que carregá-los alguns quarteirões até encontrar um coletor de lixo seletivo.

A atração das grandes avenidas é irresistível, mas você deve caminhar pelas ruas adjacentes que escondem lojas tão ou mais interessantes que as grandes butiques. Às vezes, a fachada simples e pequena esconde uma grande loja com vários andares, muitas especializadas em roupas típicas como os quimonos (vestimenta típica japonesa) e guetás (chinelo de madeira). As coberturas costumam abrigar simpáticas casas de chá para uma pausa entre as compras.


3. Templo de Asakusa
É um dos mais antigos e mais belos templos de Tóquio. A entrada suntuosa é formada por um enorme portal que sustenta uma gigantesca lanterna japonesa, conhecido como portal Kaminarimon.

Deste portal até o templo você caminha por uma rua coberta e com ar-condicionado, a Nakamise-dori, onde inúmeras lojinhas de comida e souvenires fazem a festa dos turistas. Nas ruas transversais você pode encontrar desde lojas especializadas em facas, pentes, chinelos, até bares com o mais autêntico som das big bands americanas.

Voltando ao templo, aproveite para acender um incenso para seus ancestrais e pedir proteção para sua estada no Japão, puxando para si a fumaça que sai do imenso incensário que fica na porta do templo. Além disso, lave as mão e, se quiser, beba um pouco da água que brota no chafariz. Essas práticas são rituais típicos e são realizados por todos os visitantes.

No interior do templo aproveite para admirar a gigantesca estátua da deusa Kannon. Os arredores também merecem um passeio rápido, com seus jardins e templos menores.

Nesse mesmo distrito encontra-se a avenida Asakusa-dori, especializada em utensílios para cozinha, onde você poderá adquirir desde travessas em laca, panelas para sukiyaki (cozido japonês), facas para corte de peixe até imitações perfeitas de seus pratos prediletos, todos feitos em resina.


4. Shinjuku
A estação de metrô de Shinjuku é a maior da cidade e possui mais de oitenta saídas. Ponto de cruzamento das linhas de metrô e trem, chega a ter quase três milhões de pessoas por dia passando por seus corredores labirínticos. Nos horários de pico entram em cena os rashawas, empurradores profissionais que, munidos de luvas, organizam o acesso aos vagões, empurrando as pessoas para dentro deles.

Sair dessa estação pelo acesso certo é um desafio. A saída leste leva a My City, grande shopping local cujos arredores abrigam ruas estreitas com muitos restaurantes além do comércio de eletrônicos. A vida noturna é outro ponto forte do bairro, com ruas de bares temáticos variados, que vão desde ambientes da polinésia, passando pela comida asiática até casas especializadas em striptease. Os bares geralmente são pequenos e as bebidas caríssimas.

Uma cerveja custa, em média, US$ 7. O costume é tomar um drinque, conversar com o master (barman) e sair para outro bar. Essa peregrinação dura até a manhã do dia seguinte, quando todos dirigem-se para as estações de metrô e trem.

A cena GLS também acontece nesse bairro, mais para os lados de Shinjuku 2-chome, com suas ruas animadas cheias de jovens, homens dando pinta com yucatás (quimono masculino de verão) e guetás (chinelo de madeira), drag queens absurdas e muitos turistas.


5. Harajuku
Bairro que concentra muitas lojas e onde os jovens passam as tardes. A Omotesando-dori (chamada de Champs Elisee japonesa) é a principal avenida e endereço de todas as lojas de estilistas consagrados, como Jean-Paul Gaultier, Issey Miyake, e das grandes grifes como Armani, Comme des Garçon, Gucci, entre outras. Lojas mais populares como Gap e Comme ça du Mode também disputam a atenção dos jovens.

Mas as ruas transversais, estreitas e sinuosas são as mais interessantes, com pessoas vestidas de forma exótica e atitudes incomuns, entrando e saindo de lojas mais estranhas ainda. Algumas lembram museus, com peças expostas como objetos de arte, outras parecem cabanas indígenas com roupas enfiadas na palha envolta em música africana. Vale tudo nessa busca pela diferenciação.

Aos domingos, o bairro se transforma num verdadeiro centro de eventos, com atrações por todos os lados. Jovens vestidos no melhor estilo rockabilly simulam atitudes punk ao som das bandas que disputam espaço no parque commalabaristas, dançarinos, trapezistas.


6. Bairro de Akihabara
Paraíso do consumo dos eletrônicos. Aqui você entende porque o Japão é a Meca da tecnologia e do consumo. Basta visitar algumas lojas para constatar que muitos daqueles produtos que você imaginava serem "do futuro", já existem.

Mas prepare-se para pechinchar muito se quiser comprar algo. Muitas vezes compensa comprar nas lojas dos grandes departamentos, que muitas vezes possuem preços melhores, além de oferecerem bônus de descontos.

O importante é conhecer o bairro e ficar informado sobre os últimos lançamentos do mercado. Os MDs, mini discos regraváveis com qualidade digital, já substituíram as fitas cassete no Japão, enquanto no Brasil ainda são pouco conhecidos.

Os celulares com visor colorido (256 cores) e câmera fotográfica digital embutida são a coqueluche do momento. Custam cerca de US$ 150 (habilitados), caros se comparados aos celulares comuns, que podem ser adquiridos por oito dólares (ou até mesmo de graça). Aliás, celular é um dos poucos produto baratos no Japão. Mas não se anime: a tecnologia utilizada pelos aparelhos japoneses não é compatível com a utilizada no Brasil.


7. Museu Nacional de Tóquio
Situado nas imediações do parque de Ueno, constitui o mais importante conjunto de museus da cidade e fica ao lado do Museu Nacional de Ciência e do Museu Nacional de Arte Ocidental. Abriga as mais importantes obras de arte e arqueologia do Japão, expostas de forma suntuosa, mas de difícil compreensão pela falta de explicações em inglês.

Originalmente formado por três construções imponentes, O Hyokeikan, o Honkan e o Toyokan, o museu passou a contar com mais duas edificações a partir de 1999: o Heiseikan e o Horyuji Homotsukan, que exibem inúmeras esculturas da deusa Kannon, além do acervo digital do museu.

O Hyokeikan é o mais antigo (1908) e abriga as relíquias arqueológicas, tais como instrumentos de guerra pré-históricos como machados e espadas, utensílios de cerâmica e imagens em terracota. Honkan (1937) constitui o prédio central e abriga representativas obras de pintura, escultura e xilogravura, além de vestimentas tradicionais dos séculos 16 e 17.

As esculturas de bronze dos deuses impressionam não só por suas expressões faciais, como pelas dimensões gigantescas.

No Toyokan (1968) você poderá apreciar um pouco da história da arte de outros países do sudeste oriental. Relíquias em porcelana, bronze e tecidos preciosos numa mostra representativa de países como China e Coréia.


8. Odayba
Aqui você encontra o Japão do futuro. Chegar a Odayba, seja de trem pelo moderno Yurikamome ou mesmo pela embarcação que sai do pier Hinode, impressiona pela paisagem futurista da ilha.

Edifícios revestidos de aço, com esferas gigantescas e estrutura metálica, estações suspensas, imensos painéis eletrônicos e shopping centers temáticos. Tudo compõe um perfeito cenário virtual. Mas é real! A monumental roda gigante, ítem obrigatório em todas as grandes cidades japonesas, possibilita uma visão impressionante da ilha, além de toda a parte sudeste da cidade.

Para os que gostam de carros, uma visita ao Toyota City Showcase é imprescindível. Além da exposição dos novíssimos modelos e dos protótipos da empresa, você pode escolher um dos carros expostos nos elevadores hidráulicos e fazer um test-drive nas passarelas que cruzam todo o showroom. Testes de velocidade podem ser feitos na pista externa, a E-com Ride.

O final da tarde pode ser especialmente relaxante com um passeio pelos deck da Tokyo Joypolis. Músicos de jazz, pintores, quiosques de comida e a deslumbrante visão da Rainbow Bridge sendo iluminada enquanto o sol se põe compõem um cenário inesquecível.

Daqui:
www.folha.uol.com.br

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

México: lá vamos nós!


DADOS PRINCIPAIS

ÁREA: 1.972.547 km²
CAPITAL: Cidade do México
POPULAÇÃO: 109,6 milhões (estimativa 2009)
MOEDA: peso mexicano
NOME OFICIAL: ESTADOS UNIDOS MEXICANOS
NACIONALIDADE: mexicana
DATA NACIONAL: 5 de fevereiro (Dia da Constituição); 16 de setembro (Independência); 20 de novembro (aniversário da Revolução).

GEOGRAFIA DO MÉXICO

MAPA MÉXICO
LOCALIZAÇÃO: sul da América do Norte
FUSO HORÁRIO: - 3 horas em relação à Brasília
CLIMA do México : tropical (maior parte), árido tropical (N), de montanhas
CIDADES do México (PRINCIPAIS): Cidade do México; Guadalajara, Netzahualcóyotl, Puebla de Zaragoza, Monterrey, León, Juárez, Acapulco, Mérida, San Luis Potosi, Ciudad Victoria.
COMPOSIÇÃO DA POPULAÇÃO: eurameríndios 60%, ameríndios 30%, europeus ibéricos 9%, outros 1% (censo de 1996).

IDIOMAS: espanhol (oficial ) línguas regionais (principal: náhuatl).

RELIGIÃO: cristianismo 94,6% (católicos 89,7%, protestantes 4,9%), judaísmo 0,1%, sem filiação 3,2%, outras 2,1% (1990)

DENSIDADE DEMOGRÁFICA: 55,2 hab./km2.

CRESCIMENTO DEMOGRÁFICO: 1,5% ao ano

TAXA DE ANALFABETISMO: 7,2%

RENDA PER CAPITA: US$ 10.090 (em 2008).

IDH: 0,750 (Pnud 2010) - desenvolvimento humano alto

ECONOMIA DO MÉXICO :
Produtos Agrícolas: café, algodão em pluma, cana-de-açúcar, tomate, milho, trigo, sorgo, feijão, batata, frutas cítricas
Pecuária: bovinos, suínos, eqüinos, aves.
Mineração: petróleo, gás natural, sal, prata, zinco, cobre.
Indústria: automobilística, alimentícia, bebidas, siderúrgica, química, máquinas (elétricas), extração e refino de petróleo.
PIB: US$ 1,1 trilhão (2008)

RELAÇÕES INTERNACIONAIS:

APEC (Cooperação Econômica da Ásia e do Pacífico), FMI, Banco Mundial, Grupo do Rio, NAFTA, OCDE, OEA, OMC, ONU ALADI (Associação Latino-Americana de Integração).

Consulado do México em São Paulo:
Rua Holanda, 274, Jardim Europa
CEP 01446-030 - São Paulo - SP
tel. (0xx11) 3576-5400
fax (0xx11) 3576-5408

Embaixada do México
SES - Av. das Nações, Qd. 805. lote 18 - Brasília, DF.
Tel. (061) 3204-5200, fax (061) 3204-5201
E-mail: embamexbra@cabonet.com.br

Nossa primeira viagem: Hong Kong!


DADOS PRINCIPAIS

Hong Kong é uma região administrativa especial da República Popular da China

ÁREA: 1.104 km²
CAPITAL: não há
POPULAÇÃO: 8,64 milhões (estimativa 2006)
GENTÍLICO: Honconguês
MOEDA: Dólar de Hong Kong
NOME OFICIAL : Região Administrativa Especial de Hong Kong
NACIONALIDADE: chinesa
ADMINISTRAÇÃO: dividida em 18 distritos administrativos

GEOGRAFIA DE HONG KONG:

LOCALIZAÇÃO: costa sudeste da China (Ásia)
FUSO HORÁRIO: + 11 horas em relação à Brasília
CLIMA: subtropical
COMPOSIÇÃO DA POPULAÇÃO: 96% são chineses e o restante, 4% de não-chineses (vietnamitas, indonésios, japoneses, ingleses, coreanos, filipinos e norte-americanos).

IDIOMAS: mandarim (principal).

DENSIDADE DEMOGRÁFICA: 6.294 hab./km2 (estimativa 2006)

ECONOMIA DE HONG KONG:

PIB (Produto Interno Bruto): US$ 254 bilhões (estimativa 2005)
RENDA PER CAPITA: US$ 37.400 (estimativa 2005).

Produtos Agrícolas: a região produz poucos gêneros agrícolas. Hong Kong importa grande parte dos alimentos que consome.
Pecuária: não há pecuária significativa na região.
Indústria: produção de equipamentos eletrônicos e de informática.
Serviços: destaque para a área financeira.

Boa Viagem!!!

Viajando com Sônia Silvino!

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